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Cia de Dança Afro Daniel Amaro

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A Cia. de Dança Afro Daniel Amaro, surgiu em Dezembro de 1999, quando o coreógrafo retornava de sua estada de um ano e oito meses entre Montevidéu e Buenos Aires.

De maneira bem inesperada e certa forma coincidente, o até então professor de dança, chega à cidade quando estava sendo organizado um grande evento de cultura negra, denominado Cabobu, onde foi convidado para apresentar um trabalho. A partir, daí nasce a Cia. de Dança Afro Daniel Amaro, que inicialmente foi chamada de grupo de dança afro.

Hoje, se considerando em parte realizado, Daniel Amaro, pensando numa forma de retribuir toda a experiência adquirida no Gueto (expressão utilizada pelos moradores para se referirem à vila), trabalha com a idéia de oferecer a comunidade da Vila Castilho um Projeto sócio-Cultural a fim de despertar nas pessoas que ali vivem, uma nova perspectiva de vida.

Além deste trabalho socio cultural a Cia. realiza desde de 2004, a Mostra de Teatro e Dança de Origem Africana, esta realizada em Pelotas e ainda tem em sua bagagem seis espetáculos montados, que são : Reminiscência, Tambores do Corpo, Âmago, Homens Ifá e Maria, Marias..., Rio de Sangue, todos esses dirigidos e coreografados por Daniel Amaro, além disso, conta com a colaboração de uma equipe profissional e de competência comprovada, agregando ainda mais qualidade aos espetáculos da Cia.

Importante salientar ainda que no espetáculo Homens Ifá e Rio de Sangue  tem a participação coreográfica do coreógrafo Mano Amaro e no espetáculo Maria,Marias... a colaboração das coreógrafas Carol Pinto e Márcia Loureiro.

NOVIDADES

 

Camarim Arte&Cultura recebe o mestre Daniel Amaro para orientar uma oficina de dança afro.

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Dia: 18 de maio de 2019.
Hora: das 15 H as 18 H.
Investimento: R$ 60,00.
Vagas: 20 pessoas.

A proposta de Daniel Amaro é realizar um Workshop que segue a linha de trabalho desenvolvida na Companhia de Dança Afro Daniel Amaro: um processo que compreende a dança de matriz africana como estudo técnico e de pesquisa a partir de duas linhas diferentes - a dança Afro-Brasileira (dança dos orixás, samba e Afoxé), a dança originária de Benin, experimentando, desta maneira, suas semelhanças e diferenças.

Tendo como foco o estudo da fusão das quatro técnicas, o trabalho propõe o reencontro dos participantes com seu próprio conhecimento corporal, por meio da realização de exercícios de respiração, alongamentos e sequências de movimentos específicos, bem como da oportunidade para criação e improvisação.

CURRÍCULO

DANIEL AMARO - COREÓGRAFO E DIRETOR ARTÍSTICO DA CIA DE DANÇA AFRO DANIEL AMARO
REGISTRO PROFISSIONAL (SATED): 12442

Formação em Dança
• Funk no Grupo de Dança Brother Show, com Mano Amaro – 1980 a 1987 – Pelotas/RS;
• Dança Contemporânea com Beka Kanaan – 1985 à 1993 – Pelotas/RS;
• Ballet Clássico na Escola de Ballet Dicléa Ferreira de Souza – 1988 a 1994 - Pelotas/RS
• Dança Afro com Cira Silveira – 1988 a 1990 – Pelotas/RS;
• Dança Afro com Augusto Omulú – 1988 a 1990 – Salvador/BA;
• Dança Contemporânea com Lu Marivoet – 2003 – Antuérpia/Bélgica;
• Dança Moderna com Lieve Mertens – 2003 – Antuérpia/Bélgica,
• Dança Hibrida Método GriotLab com Paco Gomes – 2017, 2018 – Palmeiras/ BA e Pelotas-RS


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Seleção de Bailarinos e Bailarinas

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O projeto O Pampa Negro: arqueologia da diáspora africana nas charqueadas de Pelotas, e a Companhia de Dança Afro Daniel Amaro, há dois vem trabalhando conjuntamente no espetáculo A Dança dos Orixás. Temos criado narrativas que combinam dança e arqueologia, no intuito de valorizar a vivacidade e demonstrar a poética da cultura afro.

Essa parceria gerou, agora, um novo espetáculo, cujo roteiro já está pronto! 
Convidamos a todas e todos que queiram integrar nossa equipe como bailarinos e bailarinas para uma aula seletiva a ser realizada, no dia 14 de maio, às 20h:00, no Clube Cultural Fica Ahí Pra Ir Dizendo.
Inscrições: 06 a 13/05, pelo e-mail arqueologiadanca@gmail.com.
Enviar para esse e-mail nome completo, contato telefônico e breve currículo.


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Espetáculo a Dança dos Orixás

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O projeto A dança dos Orixás é um espetáculo da Companhia de Dança Afro Daniel Amaro em parceria com a Charqueada São João.

Surgiu embasado na Memória, Acervo e Patrimônio Histórico – Material e Imaterial, fortalecendo a união e expansão do binômio Turismo e Cultura, já que há mais de uma década o espaço investe na proposta de um museu aberto para visitação de turistas das mais diversas localidades, mas principalmente voltado aos pelotenses, como forma de proporcionar o conhecimento da história local, mais precisamente o período da economia do charque, o que muito contribui para explicar a origem da cidade.

O projeto não é inédito, teve sua 1ª edição em 13 de maio de 2017. Devido à boa resposta de público, atualmente se prepara para a 9ª edição, tendo reunido até agora um público de aproximadamente duas duzentas pessoas.

A proposta teve início numa parceria entre o empresário Marcelo Mazza Terra com o coreógrafo Daniel Amaro, com vistas a incluir no turismo a história e cultura afro-gaúcha e, assim, resgatar o papel da população afrodescendente na formação da sociedade brasileira, tomando-se como referência o contexto local da cidade de Pelotas (RS), em vista da extensa mão-de-obra escrava a principal força de trabalho das charqueadas existentes no município e região.

O projeto para essa nova temporada de 2019, inclui além do espetáculo, oficinas, palestras e uma mostra de dança, denominada VIII Mostra de Teatro e Dança de Origem Africana que será no dia 16 de novembro com oficinas em escolas públicas ao redor da Charqueada São João e oficinas, palestra e apresentações artísticas no dia 17 de novembro na Charqueada São João, O projeto do espetáculo A Dança do Orixás para 2019 se desenvolverá em três datas durante o ano de 2019: 12 de maio (referente a data dos pretos velhos, comemorada na Umbanda, religião afro-brasileira), 22 de setembro (dentro da programação da Semana do Turismo) e 17 de novembro (dentro das celebrações da Semana da Consciência Negra.

A dança dos Orixás traz em seu corpo de baile sete bailarinos, uma atriz e três ogans (percussionistas nas liturgias das religiões de matriz africana). O espetáculo mergulha no universo da dança dos orixás, resgatando o legado deixado aqui no extremo Sul do Brasil, a partir dos homens escravizados que para cá foram trazidos e submetidos ao trabalho forçado na indústria do Charque. Cada bailarino representa um dos sete orixás sete orixás. Dessa forma, o projeto pretende valorizar a cultura africana e seu legado em nossa terra.
 

Bailarinos e interpretes: João Cruz, Juliana Coelho, Kamany Soares, Érick Dias, Daniele Rosa, Emanuel Brizolara e Débora Mendes.

Atriz: Larissa Duarte.

Ogans: Cleber Uilson Vieira, Yago Soares e Wesley Vieira.

Assistente de Direção: Fabiana dos Santos, Cassiano Amaro e Victória Amaro.

Design Gráfico: Julia Terra e Elisângela Araújo.

Contarregragem: Kito Borges, Fabiel Xavier e Douglas Passos.

Coreografia: Daniel Amaro.

Direção Teatral: Chico Meirelles.

Direção Artística: Daniel Amaro e Paco Gomes.

https://www.facebook.com/events/783983901976152/  

Valores de ingresso: R$ 60,00 inteira, R$ 30,00 meia entrada e R$ 30,00 mais 1 K de alimento não perecível promocional na Banca 75 do Mercado Central das 9h às 17h ou https://www.sympla.com.br/danca-doa-orixas--9-edicao__495581?fbclid=IwAR3Qdd6TJ5EW-teJlea_A29gPL6QAQkNzBX46fLl595l9oSCBksEPON2C_c

Apoio: Grupo RBS, Espaço de Terapias Corporais Claudia Weingartner , LEICMA, Diário Popular, Diário da Manhã, Centro de Atendimento ao Turista - Secretaria de Desenvolvimento, Turismo e Inovação, Restaurante Komilaw e LEICMA.

Realização: Cia. de Dança Afro Daniel Amaro e Charqueada São João.

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Paralelamente a esse projeto:


O Projeto de Dança de Matriz Africana no Museu do Doce é idealizado pelo bailarino, coreógrafo e diretor artístico Daniel Amaro, projeto esse que embasado na implementação da lei 10.639/2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, no sentido de facilitar o acesso da comunidade Pelotense, a vagas gratuitas à 60 pessoas,  divididas em três trimestres no ano de 2019.

Através do referido projeto objetiva-se resgatar a cultura negra como formadora da sociedade brasileira na área social, econômica, política e cultural, tomando-se como referência o contexto local da cidade de Pelotas (RS), tendo em vista ter sido a mão-de-obra de negros escravizados oriundos da África a principal força de trabalho das charqueadas pelotenses. O projeto se desenvolverá em março, abril e maio (primeiro trimestre), em junho, julho e agosto (segundo trimestre) e o terceiro e últimos em setembro, outubro e novembro, todas as quartas- feiras as 18:30, no Museu do Doce no Centro Histórico de Pelotas. As inscrições para o segundo trimestre devem ser feitas no período de 30 de abril à 31 de maio de 2019, 20 vagas pelo e-mail:dancaafromuseudoce@gmail.com , informações necessária para a inscrição: Nome completo, data de nascimento, comprovante de residente em Pelotas e contato telefônico. .

As aulas serão ministra pelo coreógrafo Daniel Amaro que tem o Registro Profissional nº 12442, e as aulas serão somente nas quartas-feiras das 18:30 às 20h, no Museu do Doce.

Maiores informações: 984287126 

 

 Dança de Matriz Africana no Fica Ahí

A partir do dia 6 de maio de 2019 oferecerá aulas de dança de matriz africana todas as segundas - feiras as 18:30, com a mensalidade de $ 35 para não sócios e gratuito para sócios. O facilitador será Daniel Amaro.

 A proposta de Daniel Amaro é de realizar aulas, que seguem a linha de trabalho desenvolvida na Cia. de Dança Afro Daniel Amaro: um processo que compreende a dança de matriz africana como estudo técnico e de pesquisa a partir de quatro linhas diferentes – a dança Afro-brasileira, dança de originária de Benin, do Senegal e a dança afro contemporânea – experimentando, desta maneira, suas semelhanças e diferenças. 

Tendo como foco o estudo da fusão das quatro técnicas, propõe-se o reencontro dos participantes com seu próprio conhecimento corporal, através da realização de exercícios de respiração, alongamentos e sequências de movimentos específicos, bem como oportunizando espaço para criação e improvisação. Maiores informações: 33057874


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Dia Internacional da Dança 2019

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A Associação de Dança de Pelotas está abrindo inscrições gratuitamente para a 13a Mostra Coreográfica Alusiva ao Dia Internacional da Dança, que será no dia 28 de abril às 20h30, no Ginásio Municipal de Educação Professor Orocindo Azavedo – “Karosso”, para as inscrições é necessário: Nome do Grupo, Nome da Coreografia, Nome do coreógrafo, Modalidade e Tempo de duração.

Cada escola, academia ou grupo terá um tempo máximo de 10min para as apresentações.

As inscrições estão abertas de 04 de abril à 24 de abril de 2019, pelo: pelotas.adap@gmail.com

Obs.: As escolas, academias ou grupos que quiserem, oferecer oficinas em seus espaços na semana da Dança, deverão informar os dias, vagas, horários e modalidades que serão oferecidas para que possamos divulgar com antecedência.


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Grande Oportunidade de Apoiar a Cultura

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A Cia. de Dança Afro Daniel Amaro juntamente com a Charqueada São João, apostando na parceria de sucesso na propagação da cultura e turismo local, vem convidá-lo a conhecer seu plano de captação de patrocínio para o Projeto A Dança dos Orixás em formato de espetáculo e pedagogia para o ano de 2019, no intuito de poder dar continuidade a um dos seus projetos de maior sucesso, “A Dança dos Orixás”.

 

O projeto A dança dos Orixás é um espetáculo da Companhia de Dança Afro Daniel Amaro em parceria com a Charqueada São João.

Surgiu embasado na Memória, Acervo e Patrimônio Histórico – material e imaterial, fortalecendo a união e expansão do binômio Turismo e Cultura, já que há mais de uma década o espaço investe na proposta de um museu aberto para visitação de turistas das mais diversas localidades, mas principalmente voltado aos pelotenses, como forma de proporcionar o conhecimento da história local, mais precisamente o período da economia do charque, o que muito contribui para explicar a origem da cidade.

O projeto não é inédito. Teve sua 1ª edição em 13 de maio de 2017. Devido à boa resposta de público, atualmente se prepara para a 9ª edição, tendo reunido até agora um público de aproximadamente duas duzentas pessoas.

A proposta teve início numa parceria entre o empresário Marcelo Mazza Terra com o coreógrafo Daniel Amaro, com vistas a incluir no turismo a história e cultura afro-gaúcha e, assim, resgatar o papel da população afrodescendente na formação da sociedade brasileira, tomando-se como referência o contexto local da cidade de Pelotas (RS), em vista da extensa mão-de-obra escrava a principal força de trabalho das charqueadas existentes no município e região.

O projeto para essa nova temporada de 2019, inclui além do espetáculo, oficinas, palestras e uma mostra de dança, denominada VIII Mostra de Teatro e Dança de Origem Africana, o projeto se desenvolverá em três datas durante o ano de 2019: 12 de maio (referente a data dos pretos velhos, comemorada na Umbanda, religião afro-brasileira), 22 de setembro (dentro da programação da Semana do Turismo) e 17 de novembro (dentro das celebrações da Semana da Consciência Negra).

Serão três espetáculos, acompanhando de oficinas de dança de Matriz Africana e palestra sobre pedagogia da dança, e uma mostra, que se realizarão, nas semanas que antecedem as datas das apresentações, em escolas públicas das redondezas da Charqueada São João, o espetáculo será na margem do arroio Pelotas, com uma hora de duração, as oficinas serão duas por semana com duas horas de duração, acompanhadas de uma palestra referente o tema a ser abordado nas aulas. Haverá a distribuição gratuita de 450 ingressos (150 ingressos por sessão) e 40 vagas nas aulas de dança, isso caso se arrecade 90% do valor necessário para a execução do projeto.

A dança dos Orixás pretende suscitar a reflexão acerca da condição dos afrodescendentes a partir do contexto histórico das charqueadas, propiciando ao público um instrumento para reflexão e valorização turística, histórica e cultural. Para tanto, além da apresentação, será promovido um bate-papo entre artistas e plateia.

A dança dos Orixás traz em seu corpo de baile sete bailarinos, uma atriz e três ogans (percussionistas nas liturgias das religiões de matriz africana). O espetáculo mergulha no universo da dança dos orixás, resgatando o legado deixado aqui no extremo Sul do Brasil, a partir dos escravos que para cá foram trazidos e submetidos ao trabalho forçado na indústria do Charque.

Cada bailarino representa um dos sete orixás sete orixás. Dessa forma, o projeto pretende valorizar a cultura africana e seu legado em nossa terra. Se no passado foi um sítio de suplício, como designou o poeta Wally Salomão para o Pelourinho, em Salvador (BA), hoje a Charqueada é espaço para aprendizado, reflexões e reconhecimento da cultura afro.

 

Bailarinos e interpretes: João Cruz, Juliana Coelho, Carol Lopes Ou Stefani, Kamany Soares, Érick Dias, Daniele Rosa, Emanuel Brizolara e Débora Mendes.

Assistente de Direção: Fabiana dos Santos, Cassiano Amaro  e Victória Amaro.

Design Gráfico: Julia Terra.

Ogans: Cleber Uilson Vieira, Yure Vieira e Wesley Vieira.

Contarregra: Kito Borges.

Coreografia: Daniel Amaro

Direção Artística: Daniel Amaro e Paco Gomes.

Público Alvo:

População em geral, desde crianças em idade escolar a adultos.

Data e local:

12 de maio, 22 de setembro e 17 de novembro de 2019 na Charqueada São João às 18h.

Escolas Publicas

Realização:

Charqueada São João e Cia. de Dança Afro Daniel Amaro

Coordenação Geral:

Daniel Amaro e Marcelo Mazza Terra

CONTRAPARTIDA SOCIAL

A contrapartida oferecida pelo evento será distribuição de 450 ingressos gratuitos para as três edições, para pessoas ligadas aos patrocinadores e parceiros. Oferece a inclusão da marca nos meios de comunicação durante trabalho de divulgação do evento bem como nos materiais impressos relativos às próximas edições (9º, 10º e 11º) do projeto, além de aproximar a marca dos parceiros e apoiadores na Memória, Acervo e Patrimônio cultural da nossa cidade.

Maiores informações: 53 - 984287126

Além dessa campanha estamos com: https://www.catarse.me/danca_dos_orixas_2019?project_id=91044&fbclid=IwAR0yr_mvXIcBLcid_ajKWYVBiNwBweWsAVvGTBHgN2GjwzjnAhK7FXTO14s


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LOCALIZAÇÃO

Rua Dr. Amarante, 1009
Castilhos - Pelotas/RS
Cep: 96.020.720
Fone + 55 53 3027.1614


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